Leituras Complementares

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sábado, 16 de abril de 2011

Ministério Público

O Ministério Público da União
O Ministério Público da União é composto pelo Ministério Público Federal, o Ministério Público do Trabalho, o Ministério Público Militar e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Cada ramo do MPU, na respectiva área de atuação, defende os interesses da sociedade e zela pelo respeito à lei.
·        Ministério público Federal: E umas instituições permanentes, essenciais à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.
·        Ministério Público do Trabalho: Sua função é atuar na defesa dos direitos coletivos e individuais na área trabalhista.
·        Ministério Público Militar: pertence ao Ministério Público da União e é o ramo responsável pela ação penal militar no âmbito da Justiça Militar da União.
·        Público do Distrito Federal e Territórios: pertence ao Ministério Público da União e é o ramo responsável pela ação penal militar no âmbito da Justiça Militar da União.

O que o mistério da união faz?
Zela pela observância e pelo cumprimento da lei;
1.      Defesa do patrimônio nacional, do patrimônio público e social, do patrimônio cultural, do meio ambiente, dos direitos e interesses da coletividade, especialmente das comunidades indígenas, da família, da criança, do adolescente e do idoso. Defende o povo.
2.      Defesa dos interesses sociais e individuais indisponíveis.
3.      Controle externo da atividade policial. Trata-se da investigação de crimes, da requisição de instauração de inquéritos policiais, da promoção pela responsabilização dos culpados, do combate à tortura e aos meios ilícitos de provas, entre outras possibilidades de atuação. Os membros do MPU têm liberdade de ação tanto para pedir a absolvição do réu quanto para acusá-lo.

Como fazer uma denúncia no Ministério Público de São Paulo
Cada estado possui um Ministério Público responsável pela resolução de problemas naquela região, é nessa instância que devem ser feitas a denúncia. Em alguns estados, a denúncia pode ser feita pela Internet, em outros apenas por telefone será possível denunciar algum fato considerado ilícito.
Nome, qualificação e endereço do denunciante e do responsável pelo fato, se for conhecido (caso não queira se identificar, também é possível enviar a denúncia de forma anônima, mas isso dificulta o acompanhamento do caso);
- Descrição do fato a ser investigado;
- Indicação de eventuais provas ou evidências.
Denúncias por e-mail devem ser encaminhadas para o endereço: comunicacao@mp.sp.gov.br. Outras possibilidades de fazer denúncia são: pessoalmente ou por carta na sede do Ministério Público de São Paulo, presente no seguinte endereço: Rua Riachuelo, 115 – Centro – São Paulo / SP – Brasil CEP: 01007-904. Telefone: 3119 9000.

O relacionamento do Ministério Público com a imprensa
Os jornalistas são um meio de relacionamento com o ministério público, Como por Ex. essa matéria.
 O promotor de Justiça do Distrito Federal Bruno Amaral Machado objetivou, a partir do debate acadêmico e jurídico-político sobre o modelo organizacional do MP, aprofundar o conhecimento sobre a atuação dos promotores (e procuradores) em áreas que passaram recentemente a receber mais atenção do sistema de justiça como, no contexto brasileiro, a defesa dos interesses difusos e coletivos e o controle (não exclusivamente penal) do poder público (corrupção). Durante o trabalho de campo, o pesquisador teve ainda a oportunidade de investigar e, portanto, de aprofundar seus conhecimentos na área do jornalismo.
Claudia Zarro
23/09/08

 O ministério público precisa prestar conta para a sociedade, a imprensa e como um excelente canal para levar ao cidadão a conhecer o que eles tem feito é o que eles podem fazer no desempenho diário de nossa função constitucional de  defensores da ordem jurídica, do regime democrático e dos  interesses  sociais  e individuais indisponíveis.

Maria Cléia

Seu voto é consciente?

“Você controlaria sua conta bancária só uma vez a cada quatro anos? Controle os políticos ou os políticos controlam você.”




  Esta campanha simplifica bem o sentido da OSCIP (Organização Social de Interesse Publico) Voto Consciente. É através deste tipo de abordagem, impactante e clara, que a organização demonstra seus objetivos sociais.
   Instituída em 1987, seus fins visam incentivar a participação política, tanto quanto despertar a população para o acompanhamento do representante eleito e suas ações e articulações políticas. Buscando sempre parcerias com organizações interessadas nas atividades das Câmaras e Assembléias de todo Brasil, a Voto Consciente desempenha um bom trabalho tentando assegurar que a transparência seja a principal característica das gestões públicas.
   A maior parte do trabalho se concentra, principalmente, em alertar o cidadão ao poder de suas escolhas. Seja utilizando-se de seu voto ou de outras ferramentas cabíveis, o dilema é ensinar e encorajar a população a estes aspectos dentro de suas possibilidades. A Voto Consciente conta com uma equipe de voluntários que atuam nas Câmaras Municipais, assistindo a todos os trabalhos e registrando cada detalhe discutido e verificando desde discussões sobre projetos de lei até a postura dos representantes presentes. Evidentemente o trabalho da ONG vai além da esfera municipal, atuando através de seus voluntários dentro de todas as esferas.
   A organização conta com um campo participativo muito amplo, permitindo aos cidadãos filiar-se de várias formas, seja como associado, colaborador ou mesmo voluntário. A Voto Consciente conta com uma página na web que disponibiliza de maneira sucinta as informações necessárias para se tornar um participante. Bem como, trás informações úteis para uma participação enérgica do cidadão na administração pública, como funciona o sistema político no Brasil e de que forma devemos votar.

Para maiores informações ou para fazer parte, acesse:

Por Fabrício Dominguez

terça-feira, 5 de abril de 2011

Como atuam os Vereadores na Cámara Municipal de São Paulo?

Da Ong Voto Consciente:

Nossa Atuação

A equipe de voluntários do Voto Consciente acompanha o dia a dia dos trabalhos na Câmara Municipal de São Paulo, mais especificamente, nas Comissões Permanentes da Casa. Isso significa que, a cada reunião das Comissões, existe um representante da sociedade civil de olho em tudo o que acontece.
Quais projetos de lei foram apresentados, como se deram as votações, que político faltou ao trabalho, quem chegou atrasado, quem apenas assinou a lista de presença e se foi embora. Tudo isso é registrado pelos nossos voluntários e resulta em relatórios e avaliações sobre o desempenho dos políticos e da Câmara Municipal de São Paulo.
Para conhecer as Comissões Permanentes da Câmara Municipal de São Paulo e saber quais as suas atribuições, clique aqui.

10/Mar/2011

Carta enviada aos vereadores e suas respostas


Vejam o pedido de informação que enviamos aos vereadores no final de 2010. Menos de 30% respondeu ao nosso questionamento. Isto nos mostra a pouca vontade dos vereadores em mostrar à população seus posicionamentos na Câmara.
São Paulo, 26 de novembro de 2010
Prezados vereadores
Conforme fazemos ao final de cada ano, estamos entregando o questionário abaixo com seis perguntas cujas respostas nos ajudarão a conhecer melhor suas atividades na Casa. Pedimos a gentileza de nos responderem ainda este ano, antes do recesso.
As respostas poderão ser enviadas via internet pelo endereço contato@votoconsciente.org.br . Alternativamente os senhores poderão nos avisar quando estiver pronto no telefone 5641 3769 para que possamos pegar em seu gabinete.
Muito obrigada,
Atenciosamente
Sonia Barboza
Diretora e Coordenadora do
Movimento Voto Consciente
1- Queremos colocar na nossa avaliação um texto sobre a trajetória política de cada vereador, evidenciando o que ele fez de melhor pela Câmara e pela melhoria da cidade. Neste sentido, o senhor pode nos dizer o que considera suas realizações mais importantes?
2 – Em sua opinião, quais foram os projetos mais importantes tratados na Câmara durante esta legislatura?
3 – Como o senhor vê a função fiscalizadora dos vereadores? O senhor poderia nos dizer como a exerceu?
4 – O senhor pode nos fornecer o texto dos pedidos de informação que enviou ao Executivo, bem como das respostas recebidas?
5 – O senhor pode nos dizer qual ação decorreu de cada uma destas respostas recebidas?
6 – O senhor já propôs ou pretende propor algum projeto para aumentar a transparência do trabalho dos poderes municipais? Quais?
Clique nos links abaixo para saber as respostas dos vereadores:

Quais são as consequencias da avaliação dos vereadores de São Paulo?

"ONG reprova mais da metade da Câmara de SP"

29 vereadores paulistanos receberam nota abaixo da média de 5,35 do Voto Consciente; qualidade dos projetos de lei é o principal problema


Avaliação feita pelo Movimento Voto Consciente mostra que a atuação de mais da metade dos 55 vereadores paulistanos está abaixo da média. No total, 29 representantes tiveram nota menor do que 5,35, numa escala de 0 a 10. O mais bem avaliado foi o atual presidente da Câmara Municipal, José Police Neto (PSDB), com nota 7,50. Na outra ponta está o ex-vereador e atual deputado federal José Olímpio (PP), com 3,46.

Os voluntários do Voto Consciente fazem a avaliação desde 2004, mas os critérios variaram conforme a legislatura. Desta vez, foram avaliados projetos de lei apresentados pelos vereadores, frequência nas comissões parlamentares, presença no plenário e nas votações e a coerência no trabalho. O período foi de 2009 e 2010 e os vereadores Antônio Carlos Rodrigues (PR) e Dalton Silvano (PSDB) não foram avaliados por serem então presidente e vice da Casa.

No grupo dos 29 mais mal avaliados estão representantes de vários partidos. A maior parte levou nota baixa nos critérios "Avaliação dos Projetos de Lei", que julga quanto os PLs apresentados pelo vereador causam impacto na cidade, e "Coerência", que mede se as ideias e as promessas defendidas pelo representante durante a campanha estão sendo coerentes com sua atuação na Câmara Municipal.

Segundo a diretora do Voto Consciente, Sônia Barboza, a ênfase dessa pesquisa foi a qualidade das propostas apresentadas. "Em 2004, a ênfase era na presença em comissões temáticas, que era bem baixa. Agora praticamente todos têm notas altas nesse quesito. Queremos que o mesmo aconteça com a qualidade dos projetos de lei", disse. De acordo com os rankings, porém, a média nesse critério está baixando, em vez de subir - neste, foi de 3,29, ante 4,43 em 2008.

Sônia diz que, caso um projeto de autoria de um vereador tenha sido barrado na Câmara ou vetado pelo prefeito, ele recebe nota zero. Além disso, para não interferir na avaliação, não foram considerados projetos de lei que mudam nomes de ruas e praças. "Mesmo assim, a qualidade geral é muito ruim. Você acredita que são mais ou menos 700 projetos por ano? Tivemos de ler todos eles, e a maioria é ruim e desnecessária", afirmou.

Críticas. Na Câmara, a recepção ao ranking se dividiu: vereadores mal avaliados questionaram a metodologia, mas quem ficou no topo defendeu o estudo. Esse foi o caso do atual presidente da Câmara, Police Neto (PSDB). "Toda avaliação da sociedade é boa para o parlamento. Os critérios podem ser melhorados? Claro. Mas a avaliação é absolutamente legítima e temos visto que ela está sendo aperfeiçoada ano a ano", disse.

Já o vereador Carlos Apolinário (DEM), o penúltimo da lista, criticou os critérios escolhidos e a subjetividade da avaliação. "Eu não me considero o melhor vereador da Câmara, mas também não sou o pior. A avaliação é subjetiva e acaba cometendo injustiças", reclamou.

Ele citou como exemplo o fato de economizar, em média, R$ 1 milhão por ano na verba de gabinete que poderia utilizar, além de nomear menos assessores que o limite. "Cada vereador gasta esse dinheiro do jeito que é melhor, mas acho que atos como esse também deveriam ser levados em conta na avaliação."

Procurado pela reportagem, o deputado federal José Olímpio (PP) não foi encontrado.

Ficha limpa. Outra novidade registrada ontem foi um ato da Mesa Diretora que proibiu a nomeação de funcionários "fichas-sujas" para os cerca de 400 cargos em comissão na parte administrativa da Casa.

O critério é o mesmo da lei federal da Ficha Limpa, que, nos últimos dias, deixou de ter efeito nas eleições passadas. Agora, na Câmara Municipal de São Paulo, quem for condenado em segunda instância não poderá mais ocupar cargos. "Se exigem isso para que possamos ser vereadores, por que não levarmos o mesmo julgamento aos nossos funcionários?", disse Police Neto (PSDB).

Fonte Luis Nassif (Brasilianas.org)
01 de abril de 2011 | 0h 00

Rodrigo Burgarelli - O Estado de S.Paulo